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O Cônsul-geral Yu Peng Publicou um Artigo em que Promove os Resultados do Encontro entre os Ehefes de Estado da China e dos EUA
2026-05-22 06:04

Em 20 de maio, o Cônsul-Geral Yu Peng publicou um artigo intitulado "Encontro histórico de China e EUA promove a relação construtiva de estabilidade estratégica" na Folha. O artigo completo:

Entre os dias 13 e 15 de maio, a convite do Presidente Xi Jinping, da República Popular da China, o Presidente Donald Trump, dos Estados Unidos da América, realizou uma visita de Estado à China. Esta visita do Presidente Trump ao território chinês, após um intervalo de nove anos, ocorre num momento crucial para o desenvolvimento de ambos os países e deixou um novo marco histórico nas relações sino-americanas. Neste contexto, os dois Chefes de Estado mantiveram conversações francas, aprofundadas, construtivas e estratégicas sobre questões fundamentais para as relações bilaterais, bem como para a paz e o desenvolvimento mundiais, procuraram ativamente o caminho correto para a convivência pacífica entre duas grandes potências e alcançaram uma série de consensos importantes. Este encontro histórico definiu as diretrizes e a direção para o desenvolvimento das relações bilaterais, atraiu grande atenção da comunidade internacional e reveste-se de um significado profundo e duradouro.

Inaugura um Novo Paradigma de Relações entre Grandes Potências

O consenso político mais importante alcançado na cúpula é que os dois Chefes de Estado concordaram em definir a Estabilidade Estratégica Construtiva Sino-Americana como a nova orientação das relações bilaterais, constituindo o norte estratégico para os próximos três anos e para o longo prazo. Esta estabilidade não é apenas uma declaração simbólica, mas deve concretizar-se em ações conjuntas e convergentes. O Presidente Xi Jinping aprofundou este conceito em quatro dimensões fundamentais:

Primeiro, uma estabilidade ativa centrada na cooperação, que consiste em reforçar continuamente a resiliência das relações bilaterais através de um diálogo e uma cooperação abrangentes. Segundo, uma estabilidade benigna pautada por uma concorrência racional e moderada, que promove o aprendizado mútuo e o respeito às regras internacionais comuns, rejeitando a lógica de soma zero em que o ganho de uma parte significa a perda da outra. Terceiro, uma estabilidade sistêmica baseada no controle adequado das divergências, que cria expectativas positivas para a cooperação bilateral, conferindo maior previsibilidade ao desenvolvimento nacional de ambos os países e à situação internacional. Quarto, uma estabilidade duradoura voltada para a paz mundial, que se fundamenta no estrito cumprimento dos três Comunicados Conjuntos Sino-Americanos, no respeito mútuo pelos sistemas sociais e percursos de desenvolvimento de cada país, na salvaguarda dos interesses essenciais e das preocupações principais de ambas as partes, e na defesa do direito recíproco ao desenvolvimento. Estes quatro pilares da estabilidade injetarão um vigoroso impulso para o desenvolvimento estável, saudável e sustentável das relações sino-americanas, mantendo as duas grandes potências no rumo correto.

Abre um Novo Futuro para as Relações Bilaterais

Durante a cúpula, a questão de Taiwan foi um dos temas centrais das conversações. O Presidente Xi Jinping destacou de forma inequívoca que a questão de Taiwan continua a ser a questão mais sensível e central nas relações sino-americanas, com impacto fundamental em toda a relação bilateral. Se for gerida adequadamente, a estabilidade global das relações bilaterais será preservada; caso contrário, poderá gerar atritos e até conflitos, arrastando as relações para uma situação extremamente grave. No final do encontro, o Presidente Trump declarou expressamente: “Não apoiamos a independência de Taiwan”, o que reflete que a parte norte-americana compreende claramente a posição chinesa, valoriza as preocupações fundamentais da China e não reconhece nem apoia a independência de Taiwan.

No âmbito econômico e comercial, os dois Chefes de Estado aprofundaram as trocas de vistas, definiram a direção para a cooperação mútua e deram garantias sólidas para o desenvolvimento cooperativo. As equipes negociadoras de ambos os lados alcançaram resultados equilibrados e positivos no global. A China reafirmou o seu compromisso de aprofundar continuamente a abertura ao exterior, reforçar a cooperação de benefício mútuo e injetar um forte impulso à recuperação econômica mundial.

Paralelamente às atividades oficiais, os dois Chefes de Estado visitaram conjuntamente o Templo do Céu, constatando os conceitos da civilização chinesa de busca da harmonia universal e da conformidade com as leis da natureza. Sendo duas grandes potências, a China e os Estados Unidos devem aprofundar o entendimento mútuo e promover a amizade entre os seus povos. O aprofundamento dos intercâmbios civis e culturais é não só um consenso entre os dois Chefes de Estado, mas também um anseio compartilhado pelos dois povos. Além disso, ambas as partes expressaram a firme vontade de ampliar o diálogo nas áreas diplomática, militar, comercial, sanitária, agrícola, turística, cultural e de aplicação da lei, consolidando a confiança mútua e promovendo o bem-estar dos povos de ambos os países.

Injeta Novo Impulso à Paz e Estabilidade Mundiais

No que diz respeito à governança global, ambas as partes trocaram profundas opiniões sobre questões internacionais e regionais prementes. O Presidente Xi Jinping reafirmou a posição consistente da diplomacia chinesa: o recurso à força não resolve controvérsias, e o diálogo é a única via válida para solucionar os conflitos. Exortou os EUA e Irã a insistir na via negociada para resolver as suas divergências, incluindo a questão nuclear, e a promover o restabelecimento rápido da navegação segura no Estreito de Ormuz, com base na manutenção do cessar-fogo. Salientou ainda que a solução definitiva da crise regional exige um cessar-fogo permanente e abrangente. Relativamente à crise na Ucrânia, os dois Chefes de Estado concordaram em manter abertos os canais de comunicação e desempenhar um papel construtivo para promover uma solução política da crise. Por último, ambos os Chefes de Estado manifestaram apoio mútuo ao sucesso das próximas Reunião dos Líderes Econômicos da APEC e Cúpula do G20 a realizar este ano. A comunidade internacional espera que, sob a liderança estratégica da China e dos Estados Unidos, as duas partes preservem a estabilidade duramente conquistada, consolidem uma relação bilateral estratégica, construtiva e estável, e injetem energias positivas na comunidade internacional para enfrentar os desafios da época.

As relações entre a China e os Estados Unidos são as mais importantes e complexas do mundo contemporâneo, que dizem respeito ao bem-estar de mais de 1,7 bilhão de habitantes dos dois países e aos interesses de mais de 8 bilhões de pessoas em todo o mundo. Apenas com objetivos comuns é possível reduzir as divergências; apenas através de uma cooperação solidária é possível superar os desafios globais. A convite do Presidente Trump, o Presidente Xi Jinping realizará uma visita de Estado aos Estados Unidos neste outono. Sob a liderança dos dois Chefes de Estado, a China e os Estados Unidos continuarão, através de diálogos construtivos, a expandir a cooperação, gerir adequadamente as divergências, criar um ambiente mais estável para as empresas de ambos os lados e conferir maior estabilidade à economia mundial. Baseando-se no respeito mútuo, na convivência pacífica e na cooperação de soma positiva, os dois países seguirão firmemente o caminho correto de convivência entre grandes potências e escreverão um novo capítulo na cooperação bilateral.


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